quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Apagão

Disseram pra um estagiário de Itaipu que estava fazendo hora extra não remunerada: "Não esqueça de apagar tudo antes de sair, ok?"

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ter sorte é fogo!






Quase não consegui assistir aquela cena do carrinho de bebê sendo atropelado pelo trem. Ficou três dias se repetindo em todos os noticiários. Tenho aflição de acidente, tiroteio e porrada, ver isso é torturante. Me impressiona tanta gente gostar, acho que isso é do ser humano. Quando o coliseu foi construído isso já era institucionalizado como paixão ocidental. Era a TV da época. Em todas as culturas a porrada é admirada. Desde que o mundo é mundo os machos têm que se degladiar para impressionar as fêmeas e perpetuar a espécie. Ver o outro humilhado é um tipo de poder. A gente só vai deixar de ser bicho quando perder essa mania.

Sortudos são sortudos. Nasceram sortudos, viveram e alguns chegam a ser sortudos até pra morrer. Não acho que é o caso do bebê que foi atropelado pelo trem e sobreviveu ileso. Ele teve o azar de cair nos trilhos na hora que o trem passou, anjo da guarda dele é que é muito bom de serviço. Tem um croata que se chama Frane Selak, que sobreviveu a um acidente de trem, foi arremessado de um avião e caiu sobre uma montanha de feno, saiu de um ônibus que afundou no rio, seu carro explodiu 3 vezes e aos setenta e poucos anos ele ganhou na loteria. Também não sei dizer se ele é tão sortudo, porque o azar perseguiu a vida toda e quando ele ganhou na loteria já não tinha tanta disposição pra curtir a grana.

Mais sortudos foram os ínios brasileiros até o descobrimento. Viveram mais de 10 mil anos de fartura, sem trabalhar, sem roupas, sem doenças, sem predadores, sem posses, com música, em harmonia com a natureza, cultuando os antepassados, criando, nadando, caçando, explorando e com muito pouca porrada em comparação com as outras civilizações. Os que tinham um "coliseu" era pra matar e comer, bem mais justificável! Esses foram os humanos menos "bicho" que já tive notícia. Até quem um monte de gente azarada do mundo inteiro resolveu viver aqui na terrinha. Gente que estava passando fome, sem ter onde morar, discriminada, fugindo de guerra e até escravo de outra terra que veio ser escravo aqui. Todos perdedores e humilhados por outros mais poderosos.

Daí veio a nossa habilidade de se virar e sobreviver. Seleção natural. O jeitinho brasileiro é puro instinto de gente que nunca foi dono de nada e sempre deu um jeito de comer a melhor parte das sobras. Gente que nunca contou com a sorte e aprendeu a negociar com o azar.

Daí surgiram os verdadeiros sortudos brasileiros. O deputado que ganhou cinquenta e seis vezes na loteria, o político no interior de minas que consegue se sair bem de centenas de processos na justiça os caras que compraram aquela estatal que multiplicou de valor em mais de 10 vezes em poucos anos e muitos outros que eu não vou citar o nome porque dá azar. Sortudos, nunca precisaram sobreviver a acidentes trágicos e ainda ganharam terras, grana, fecharam excelentes negócios e alguns se tornaram até heróis. A maior sorte deles é um povo que se sente contemplado pelas belas sobras.

Outra cena que me comoveu essa semana foi o irmão do Hélio Oiticica dizendo quase sem voz que fracassou em cuidar das obras que foram destruídas no incêndio. Não se sabe ainda o motivo do incêndio, a sala tinha controle de temperatura e humidade e os fios eram encapados e protegidos, olha que azar. Noventa porcento da obra do nosso grande artista marginal foi destruída. Sobrou quase nada nas mãos de uns poucos sortudos. Que sortudos.

Devíamos promover uma justiça social mais verdadeira e lutar por uma melhor divisão da sorte entre as pessoas. Afinal, o mundo acreditar que sobreviver é ter sorte é uma pré disposição à humilhação, coisa que interessa muito a aqueles animais poderosos que querem todas as fêmeas do mundo só pra eles.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Senhores papagaios, repitam comigo...

Outro dia vi um documentário sobre o planeta sem a humanidade, o que me impressionou foi que os papagaios domésticos iriam reinar nos céus, como os cérebros mais desenvolvidos do reino animal: macaco na terra, golfinho na água e papagaio no céu. Duzentos anos depois da extinção da humanidade eles ainda diriam algumas palavras que seriam passadas de geração pra outra como o último eco dos homens na terra.

Estou em Ipatinga, seis e meia da manhã, já tomei café, está chovendo e não tenho absolutamente nada pra fazer. Coisa quase insuportável para um ser humano hiperativo e ansioso. Nessa hora, morro de inveja de quem dorme até meio dia ou consegue assistir Ana Maria Braga. Nem aqueles canais de documentários tem aqui no hotel.

Vim a essa cidade trabalhar na campanha eleitoral fora de época, para uma candidata muito bem falada, que provavelmente será a prefeita. Aqui é uma mini-Brasília distribuída nos retalhos de terreno que sobraram da Usiminas, os lugares são distantes, o asfalto é perfeito, muita praça, gente vinda de todo lugar do Brasil e muitos políticos com todos os estilos imagináveis. A briga é feia, pastores, delegados e sindicalistas lideram o ranking da disputa pelo poder, durante 45 anos de história com direito a protestos, chacinas, brigas de famílias, cassações e centenas de processos. O pior deles, da família “Gente cuidando de gente”, entrou com uma liminar-milagre que suspendeu a eleição marcada para o dia 18 de outubro e nós ficamos aqui no limbo. Mais uma vez prometi a mim mesmo que é a última vez que entro nessa. Golfinho, macaco e papagaio são mais inteligentes e vão sobreviver melhor no planeta por que tem mais habilidade de comunicação. Comunicólogo só leva ferro. Da pra entender? Enfim, não está bom e eu não quero falar de política, religião e nem TV.

O melhor do que conheci made in Ipatinga, foi a música do bar do Gordo, o capricho do Hotel da Dona Lair, a recepcionista da produtora e a bananinha frita. Outra parte boa trazida de fora foi a equipe que tem excelência até pra ficar de bobeira. É bom estar com pessoas que sempre existiram paralelas a nossa história, porque a gente quase já ouviu os causos deles. Eu como bom papagaio, me ocupo a escutar e se possível fazer durar mais uns 200 anos. Um dos novos amigos que fizeram valer minha vinda foi Simão Lacerda, marqueteiro, fazendeiro, e gentleman à moda brasileira, do tipo que pega amizade fácil, me contou ótimas pérolas com participação especial de Salvador Dalí, em cima da mesa e tudo mais.

Mas o que me trouxe de volta, ao blog, além da saudade dos meus amigos, foi o comentário feito no meu texto anterior de uma bela cantora de gafieira. Meu sonho de bêbado cantor. Identifiquei-me com sua qualidade de papagaia. Definitivamente, isso é o que me encanta e é por isso que a vida é boa. Viva os que garimpam, reproduzem e reinventam o melhor feito do ser humano sobre essa terra. De todos os fins da linguagem enquanto palavra, música, arte, comunicação, o melhor, indiscutivelmente, é o de fazer delicioso o nosso passeio pelo planeta. Façam ecoar, eu quero viver pra isso.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

momento mega ralante! Em breve postarei de novo.. aguardemmmmmm.....

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Que vença a mais elegante.

Hoje de manhã passou na Rede Record uma matéria falando horrores da Rede Globo. Parece que estamos começando a ter guerra no Brasil, senadores se degladeando, grandes impérios se armando e se ameaçando e o povo adorando tudo isso. É bom demais, gera assunto pra Twitter, pra blog, pra artigo de opinião... eu mesmo estava já há mais de uma semana sem postar nada e na hora que viaquilo falei, bingo!

A matéria apresentava supostos documentos falsificados pela rede Globo nos anos 60 e 70 com um texto bastante carregado de raiva. Já a Globo, como uma madame elegante está declaradamente apoiando as ações do Ministério Público, principalmente a que as doações dos fiéis da Universal teriam sido injetados, limpinhos com sabão Caymã, na rede Record. E também, que aqueles evangélicos pregadores que tomaram a força o lugar das mulheres semi-nuas de madrugada, são comprados com o minuto a preço de rolex. Surpresa até agora nenhuma, desde muito tempo que já é sabido por todos que na liturgia da igreja Universal não tem nenhum santo.

Mesmo que a gente tome um lado, a gente acaba parando pra pensar um tanto antes. As redes de comunicação possuem um grande patrimônio, um monte de histórias que ninguém sabe se é verdade e nem duvida que seja e muitos processos em comum. De fato são grandes famílias empresariais que têm como semelhança uma identidade , Marinho e Macedo, e são acusados de manipular, mamar nas tetas da inocência do povo e mandar em muita coisa além do que lhes cabe.

Uma é acusada de manipular pela política e pela outra a religião. Dois lugares habitados pelo imaginário coletivo onde ninguém sabe exatamente o que acontece. É por isso que dizem que política e religião não se discute. Se fosse no bar dava briga, se fosse na praça dava tumulto e na justiça brasileira dava "eternidade processual". Não é atôa que tanto uma quanto a outra(política e religião) são causadoras de tudo que houve de ruim na nossa história e ao mesmo tempo essenciais para o ser humano suportar a si próprio e conseguir conviver no coletivo. São mãe e pai do poder, que comçaram a ter problemas de relacionamento quando inventaram o dinheiro e se separaram, brigam na justiça por ele, mas até hoje insistem em morar na mesma casa e dormir juntinhos.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Hey Clayde, Tião Gavião pegou a Penélope de novo!!!!



Ouvi o discurso do Sarney e devo confessar que de alguma forma dou razão pra ele. Na verdade, concordo com quase tudo que ele disse. Porém, não é por nenhuma daquelas acusações que eu gostaria que ele e muitos outros, desaparecessem do nosso cenário. É pelo tipo de político que é, articulador demais, poderoso demais, enraizado demais na estrutura e esperto demais. Não que outros não sejam, mas tanto ele quanto nós merecemos um descanso.

O Brasil sempre foi cenário de esse tipo de líder, a habilidade básica pra ser uma grande liderança política é a de saber escorregar. Sabonete, vaselina, muito lodo e pronto, o povo cai direitinho. Nem precisa de rasteira. A mesma história repetida desde que chegou o primeiro navio português apitando, dando tiro pro alto e distribuindo espelhinho, colar e pente de cabelo pro povo em plena campanha política.

Lembrou-me demais um desenho antigo da Hanna Barbera, “Os apuros de Penélope”. Explico: O Brasil é a Penélope, super charmosa por sinal, herdeira de uma grande fortuna, bonita, gostosa, simpática e extremamente fácil de ser ludibriada. Ela está sempre sob a guarda de seu simpático, educado e finíssimo tutor, o Silvestre Soluço, que é também quem administra seu dinheiro e o único que tem acesso a tudo que é dela. Este mesmo Senhor Soluço é, na verdade, o mestre do disfarce Tião Gavião, a águia do sertão, que só tem como objetivo, matar a doce Penélope e ficar com a fortuna dela. Nem precisa dizer que, neste “sincretismo”, o Tião estã muito bem representado em nossos poderosos e, praticando o nepotismo, tem sempre ao lado, dois parentes, os Irmãos Bacalhau. Em teoria, eles servem para ajudá-lo, porém na maioria das vezes só atrapalham. A loirinha se vê constantemente em situação de absoluta desesperança nas garras do Gavião. Aí entram em cena os heróis da série: A Quadrilha de Morte, a oposição maluca formada por sete anões que sozinhos não servem pra nada e juntos vacilam o tempo todo. Um líder que só sabe falar, um idiota, um dorminhoco, um pessimista que ri o tempo todo da própria desgraça, um que esconde tudo na roupa, um chorão e um cara de pau. Eles todos não seriam nada sem seu veículo comunicativo, o Choogabum. A princípio eles estão sempre tentando salvar a Penélope. Mas ninguém sabe porquê!

Mas isso é só um delírio meu, o Brasil nem é rosa! O meu sonho é de um dia a gente conseguir descobrir os disfarces dos nossos Titiões Gaviões, e conseguir salvar a nossa Pátria bonita, gostosa e rica sem perder o charme!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Samurai da gema

Final de semana de férias com o filhote em casa e aproveitamos pra fazer um curta pro celucine. Semana que vem eu coloco no ar o making off. Confira:


video

terça-feira, 28 de julho de 2009

Achei num dos meus baús.....

a noite me traz rotinas
quais não tenho contole ou causa
minha cama espera estendida
e eu em rituais pela casa
bebo agua e encho o vidro
calço o chinelo mais velho
escovo os dentes e passo fio
confiro tudo no espelho
fecho as janelas e cortinas
faço um chá de sonolência
ligo a tv bem baixinho
pra não me acordar a violência
agrupo as roupas sujas em um canto
e canto baixo minha ultima tarefa
aguar minha flor lá de longe
com versos que fiz meio as pressas...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dia do amigo. Como assim?


A data foi criada em Buenos Aires, por Enrique Ernesto Febbraro, que considerou a chegada do homem à lua, em 20 de julho de 69, não somente uma vitória científica, mas também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro". Hoje, em quase todo o mundo, 20 de julho é o Dia do Amigo ,quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.

Na teoria todos nós nos amamos, habitantes da lua!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Morreu uma amiga querida

Morreu uma amiga querida.
A gente pouco conversava
mas sempre que eu caminhava,
passando lá na avenida,
ela, sempre agitando os braços,
sorria e me cumprimentava.
Morreu assim de repente,
nem sei como foi ainda
mas fico triste com a vida,
quando ela assim de acidente
é bruscamente interrompida.
Só sobra uma coisa ausente,
só meia ficha caída,
cruel fatalidade,
meio que sem despedida,
totalmente sem sentido,
como se o destino munido
de descuido ou de vontade
mostrasse pra todo mundo,
o quão frágil é a vida.
E o mundo tão descabido,
nesse momento aturdido,
nos resta a solidariedade.
Deve estar mesmo doído,
em quem perdeu de verdade.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Galpão na praça - 1 vez por dia, 3 doses, disse o doutor.

Acordei cedo na quinta feira com a sensação de que havia um alfinete, daqueles antigos de prender fralda, travando a minha garganta. Frio demais, febre, dores no corpo e uma lista de coisas pra fazer que eu não queria abrir mão. Alguns textos pra escrever, propostas para clientes e o Galpão na Praça do Papa. Dessa vez fui direto ao médico e disse, “Doutor, começou a doer hoje, me dá logo um antibiótico e um antiinflamatório que eu não estou disposto a ficar doente!”. Batata! Tomei um daqueles de poucos comprimidos, sexta e sábado em repouso e no domingo à tarde eu já estava bem.

Chegamos à praça com duas horas de antecedência pra sentar na grama, prosear e ver o pôr do sol, além de garantir um bom camarote no barranco em frente ao palco. Aos poucos as pessoas foram chegando, abrindo garrafas de vinho, acomodando-se na grama e ocupando o espaço. Ainda faltavam quarenta minutos pra começar e já estava muito cheio. Aí que chegava gente! Arredava um pouquinho pro lado e já cabia mais um. Na medida em que o vento esfriava o calor humano aumentava. Ficava um em pé lá na frente e a multidão batendo palmas em coro, “abaixa, abaixa!”. Não vi nenhuma manifestação negativa. Enfim, uma cena quase utópica de educação, bom humor e sinergia entre as pessoas, em uma densidade tão alta.

“Till, a saga de um herói torto”, é isso mesmo que o nome conta: a história de um anti-herói, um Macunaíma misturado com João Grilo na Alemanha medieval. Um espetáculo específico para o público de 1 a 100 anos. Simples, impecável e com aquele gosto de teatro de rua, com direito a música, interação e improviso. Vale a pena não perder de jeito nenhum.

Mineiro de verdade tem orgulho do ouro que sai das minas. Certamente, o Galpão é uma dessas pepitas que vão pra prateleira de cima, ao lado do Milton, do Drummond, do Corpo, do Guimarães e de mais uns poucos. Não só pelo que faz com o teatro, mas pelo que faz com o público. É muito simples, é lindo e quando você assusta já passou uma hora e meia e acabou. Aí sai todo mundo meio bobo e meio calado e educadamente vai embora, sem pressa, sem buzina e tomados de uma tolerância raríssima de se ver.

Nessa hora, eu tenho a sensação de que todo mundo está pensando em porque aquilo não está na cesta básica, porque somos obrigados a aprender química e não tem isso na escola. O que seria do planeta, afinal, se todos tomassem regularmente essa dose de doçura que nos faz abrir espaço para o outro, e quem sabe assim aliviar os alfinetes que estão constantemente atravessados na nossa garganta.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Mais condecorações e posses de Sir Ney, o onipresente



Não sou contra o governo Lula e sei que se o Sarney sair assim de xupetão vai representar uma perda para o governo e a campanha presidencial, porém, ainda falta mais de um ano e dá tempo do governo consertar. Lulinha que me desculpe, mas não podemos perder essa chance de baixar a bola desse bigode velho da nossa política.

Recebi esse texto por email, não sei se é todo verdade mas achei que deveria, não só reproduzir, como tambvém acrescentar!



O MARANHÃO FICA NO BRASIL?

- Para nascer, Maternidade Marly Sarney;
- Para morar, escolha uma das vilas: Sarney, Sarney Filho, Kiola
Sarney ou Roseana Sarney;
- Para estudar, há as seguintes opções de escolas: Sarney Neto,
Roseana Sarney, Fernando Sarney, Marly Sarney e José Sarney;
- Para pesquisar, apanhe um táxi no Posto de Saúde Marly Sarney e vá até a Biblioteca José Sarney, que fica na maior universidade particular do Estado do Maranhão, que o povo jura que pertence a um tal de José Sarney;

- Para inteirar-se das notícias, leia o jornal O Estado do Maranhão, ou ligue a TV na TV Mirante, ou, se preferir ouvir rádio, sintonize as Rádios Mirante AM e FM, todas do tal José Sarney.

Se estiver no interior do Estado ligue para uma das 35 emissoras de rádio ou 13 repetidoras da TV Mirante,todas do mesmo proprietário;

- Para saber sobre as contas públicas, vá ao Tribunal de Contas
Roseana Murad Sarney (recém batizado com esse nome, coisa proibida pela Constituição, lei que no Estado do Maranhão não tem nenhum valor);

- Para entrar ou sair da cidade, atravesse a Ponte José Sarney, pegue a Avenida José Sarney, vá até a Rodoviária Kiola Sarney. Lá, se quiser, pegue um ônibus caindo aos pedaços, ande algumas horas pelas 'maravilhosas' rodovias maranhenses e aporte no município José Sarney.

Não gostou de nada disso? Então quer reclamar? Vá, então, ao Fórum José Sarney, procure a Sala de Imprensa Marly Sarney, informe-se e dirija-se à Sala de Defensoria Pública Kiola Sarney...

Seria triste se não fosse tão trágico.... para um estado que já teve um Presidente da Republica, um tal Sarney.

E agora imaginem o que está rolando por lá com o dinheiro à rodo que o governo federal está liberando para os problemas das enchentes...

Mas não se preocupem, todo gasto público é fiscalizado e auditado nos mínimos detalhes por uma empresa licitada, a Sarney Consultoria e Auditoria Ltda!

domingo, 5 de julho de 2009

Político corrupto novo ou velho?

Corrupto novo é melhor!

1 - Com político novo, a briga é mais disputada, com mais players no mesmo nível de poder que eles.

2 - Sendo assim, político novo vacila mais, e quando vacila a chance dele se dar mal é maior. Hajavisto que os outros players estão sempre afim de derrubar ele pra ocupar o seu lugar.

3 - Político novo faz o que a mídia manda, morre de medo de perder os votos. No caso, se fosse um zé bofela no lugar do Sarney, já tinha enfiado o rabo entre as pernas e saído fora há muito tempo... e não teria recebido apoio de ninguém, pq ninguém tem rabo preso e nem quer se arriscar por ele.. ia ser literalmente atirado ao mar....

4 - Corrupto novo não tá preocupado em deixar herdeiro político.

5 - Na pior das hipóteses, melhora a distribuição de renda!!!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Fora Sarney

Tô achando bonito o movimento na internet contra o centenário de Sarney no comando da política brasileira, entre as peças criadas pelo web-povo, um destaque especial para essa, Chico canta Sarney....



video

sábado, 27 de junho de 2009

Nota para Michael Jackson

O Michael Jackson tem uma coisa que é típica dos grandes ídolos... tipo Roberto Carlos, o Michael Phelps, a Tereza de Calcutá e o próprio JC, entre outros... todo mundo admira, acha do caralho, sonha em um dia conseguir fazer o que os caras fazem, mas ninguém no mundo queria estar na pele deles. A sensação que a gentew tem é que o resto do mundo aproveitou muito mais a vida do cara do que o cara, talvez até mais um pouco... a vida do cara foi toda do resto do mundo.... a ponto de eles terem que estar sempre à parte... separados... só vai o cara, o resto fica... parece aqueles pactos de alma, ganhe o mundo e eu fico com o resto...
 
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